Furto de Pertences de Zico e Esposa em Paris: Lenda do Futebol Brasileiro Relata Episódio Desagradável

Furto de Pertences de Zico e Esposa em Paris: Lenda do Futebol Brasileiro Relata Episódio Desagradável

Furto de Pertences de Zico e Esposa em Paris: Lenda do Futebol Brasileiro Relata Episódio Desagradável

O ídolo do futebol brasileiro, Zico, e sua esposa, Sandra, passaram por um episódio lamentável durante uma viagem à Paris. O casal foi vítima de um furto quando estava a caminho do hotel, pouco depois de desembarcarem na capital francesa. Os ladrões levaram uma mala que continha um relógio e diversas joias, todas de grande valor sentimental para Zico e Sandra.

Zico descreveu o incidente como um evento infeliz. Apesar do abalo emocional, ele enfatizou que ambos estão bem, fisicamente ilesos. O ex-jogador disse que o valor sentimental dos itens roubados é imenso e que, por isso, o furto foi ainda mais doloroso. No entanto, ele demonstrou gratidão pelo fato de que o incidente não resultou em nenhum dano físico para ele ou sua esposa.

Segundo relatos, o furto aconteceu enquanto Zico e Sandra estavam a caminho do hotel onde se hospedariam. Ao chegar ao aeroporto de Paris, o casal, como de costume, se dirigiu ao transporte que os levaria ao hotel. Foi nesse trajeto que o furto ocorreu. Os ladrões aproveitaram um momento de distração para subtrair a mala sem que Zico e Sandra percebessem imediatamente.

Em declarações, Zico declarou que, apesar do choque inicial, ele tenta manter uma postura positiva.

10 Comentários

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    Daniela Pinto

    julho 29, 2024 AT 09:26

    Isso é um pesadelo pra qualquer um, mas especialmente pra quem carrega memórias tão profundas nos objetos. Relógios e joias não são só coisas materiais - são cronômetros de vida, de conquistas, de momentos que a gente não consegue repetir. Zico deve estar se sentindo como se tivessem roubado parte da história dele mesmo.

    E olha, isso acontece MUITO em Paris, principalmente com turistas que não conhecem os bairros mais perigosos. Eles usam técnicas de distração: um acidente aparente, alguém caindo, um cachorro correndo... e na hora que você olha pro lado, a mala já tá longe.

    Tem um grupo de ex-policiais franceses que fazem vídeos no YouTube explicando como evitar isso. Vale a pena ver antes de viajar.

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    Diego Basso Pardinho

    julho 31, 2024 AT 01:34

    É triste, mas não surpreendente. A gente vê isso o tempo todo: pessoas que construíram legados imensos sendo reduzidas a vítimas de um crime comum. O que mais me incomoda é como a mídia trata esses casos - como se fosse uma tragédia só porque envolve um famoso. E se fosse um professor ou uma dona de casa? Seria menos importante?

    Essa desigualdade na empatia é o que realmente nos destrói como sociedade. Zico merece respeito, mas todos merecem. A dor não tem hierarquia.

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    André Romano Renon Delcielo

    agosto 1, 2024 AT 08:05

    HAHAHA então o Zico tá se sentindo mal por perder um relógio? Cadê o gênio do futebol que driblava defesas inteiras? Agora tá chorando por uma mala?

    Se fosse eu, botava a mala no chão e dava um chute no ladrão. Mas claro, quem tá no topo do pedestal esquece que o mundo não é um estádio cheio de torcedores aplaudindo.

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    Rafael Oliveira

    agosto 1, 2024 AT 23:43

    Essa história é um espelho da nossa época: valorizamos o que é visível, o que é comercial, o que pode ser exibido. Mas o verdadeiro valor de Zico não está no relógio, nem nas joias. Está no que ele fez com as pernas, com a cabeça, com o coração. Aí é que tá o problema - a sociedade prefere celebrar o objeto, não o ato.

    Quando a gente confunde o símbolo com o significado, a gente perde o essencial. E aí, quando roubam o símbolo, a gente acha que roubaram a alma. Mas a alma tá lá, no que ele fez, no que ele ensinou, no que ele inspirou. Ninguém pode levar isso.

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    Fernanda Souza

    agosto 2, 2024 AT 14:01

    Sei que tá difícil, mas tenta focar no que importa: você e sua esposa estão bem. Isso é o que realmente conta. Coisas podem ser substituídas, mas vocês não. E se precisar de alguém pra conversar, tô aqui. Ninguém deveria passar por isso sozinho.

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    Miguel Sousa

    agosto 4, 2024 AT 01:59

    Brasileiro viaja pro exterior e acha que é VIP? Tá achando que Paris é Copacabana? Se tu vai lá, cuida da sua merda. Não adianta ficar reclamando que roubaram seu relógio de 100 mil reais - se tu tá viajando com isso, tu tá pedindo pra ser roubado.

    Se fosse um verdadeiro herói, botava a mala na cabeça e corria. Mas não, o Zico tá mais preocupado com o que tá na mala do que com o que tá na cabeça. O futebol tá morrendo por causa desses tipo.

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    Adílio Marques de Mesquita

    agosto 4, 2024 AT 05:07

    Na França, especialmente em Paris, o conceito de propriedade é profundamente ligado à história individual. Um relógio de família, uma aliança de casamento, um presente de alguém que se foi - esses objetos são extensões da memória coletiva. Zico não perdeu apenas um bem material, ele perdeu um fragmento da sua narrativa pessoal.

    Isso é muito mais comum do que parece. Em Lyon, em 2019, um historiador perdeu um diário de 1944 com anotações do avô. O roubo foi tratado como um crime contra a memória nacional. Aqui, a gente não entende isso. Nós valorizamos o novo, não o que carrega alma.

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    Beatriz Carpentieri

    agosto 5, 2024 AT 05:58

    que tristeza... mas pelo menos vcs taum bem! isso é o mais importante msm, tudo o mais a gente recupera com o tempo. se precisar de um abraço virtual, manda um sinal 😊

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    NATHALIA DARZE

    agosto 7, 2024 AT 02:16

    Em Paris, os principais pontos de roubo são as estações de metrô (Gare du Nord, Châtelet), táxis não regulamentados e transferes privados não verificados. Sempre use bagagem com fechadura de segurança e mantenha itens de valor no corpo. Relógios e joias devem ser deixados no hotel. O roubo descrito é clássico: distração + transporte não seguro.

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    Alvaro Machado Machado

    agosto 7, 2024 AT 18:00

    Isso me deixou com um nó na garganta. Imagina a gente perdendo algo que a gente carrega desde os tempos de criança, algo que a gente guardou com tanto cuidado... Não é só coisa, é memória. E o mais bonito é que Zico ainda conseguiu agradecer por não ter sido ferido. Isso é força de verdade. Eu só queria dizer que ele não tá sozinho nisso. Muita gente aqui sente a dor dele, mesmo de longe.

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