Poliana Abritta Emociona-se ao Vivo no 'Fantástico' e Ganha Apoio do Público

Poliana Abritta Emociona-se ao Vivo no 'Fantástico' e Ganha Apoio do Público

Poliana Abritta, uma das jornalistas mais respeitadas e conhecidas do Brasil, vivenciou um momento de grande emoção durante a transmissão ao vivo do programa 'Fantástico' na Rede Globo. O incidente ocorreu enquanto Abritta apresentava uma reportagem sobre a luta de uma família contra um grave problema de saúde. A história, cheia de desafios e superações, mexeu profundamente com a jornalista, que acabou perdendo a voz e indo às lágrimas diante das câmeras.

O segmento trazia uma narrativa detalhada sobre a batalha de uma família para enfrentar um diagnóstico de doença terminal. Poliana, conhecida por sua postura profissional e por conduzir as matérias com maestria, não conseguiu conter suas emoções ao descrever a resiliência e a força daqueles que enfrentavam a situação com coragem. A jornalista tentou continuar, mas acabou chorando, um momento que foi imediatamente notado pelos telespectadores.

O impacto da emoção na transmissão

Esse episódio em particular teve um grande impacto no público, que utilizou as redes sociais para expressar seu apoio e solidariedade a Poliana Abritta. Comentários como 'Somos todos humanos' e 'A empatia é essencial no jornalismo' foram alguns dos muitos elogios dirigidos à jornalista. Muitos espectadores destacaram a importância da autenticidade e da empatia em reportagens que abordam questões tão sensíveis.

Em um contexto onde notícias demasiadamente objetivas e muitas vezes frias dominam os noticiários, um momento de vulnerabilidade como este oferece uma conexão mais próxima entre jornalista e público. A capacidade de Poliana de se deixar afetar pela história que contava mostrou o quanto ela estava envolvida emocionalmente, não apenas cumprindo uma função profissional, mas realmente importando-se com aqueles que sofrem.

O lado humano do jornalismo

O lado humano do jornalismo

Poliana posteriormente usou suas redes sociais para pedir desculpas pelo momento de emoção, explicando que a história havia tocado algo muito profundo nela. Ela mencionou que, como mãe, sentia ainda mais empaticamente a dor da família apresentada. Esse pedido de desculpas, ao invés de parecer um ato necessário, foi amplamente compreendido e recebido com carinho por seus seguidores, que valorizaram sua transparência e honestidade.

A jornalista refletiu sobre a importância da empatia no jornalismo e sobre como, algumas vezes, é possível que as histórias que reportamos nos atinjam de maneiras inesperadas. Ela frisou que isso não compromete a profissionalidade, mas evidencia o quanto somos todos humanos, lidando com outras vidas e histórias que frequentemente refletem nossa própria condição.

O papel da empatia nas reportagens

O papel da empatia nas reportagens

Essa experiência de Poliana Abritta sublinha uma questão vital: o jornalismo não é apenas a transmissão de informações, mas também a tarefa de contar histórias reais que envolvem pessoas reais. Ao mostrar empatia e emoção, os jornalistas podem fortalecer a conexão com o público e dar uma dimensão mais humana às notícias que reportam.

Histórias como a que Poliana apresentou tocam milhões porque refletem as adversidades que qualquer família pode enfrentar. É um lembrete de que a função do jornalismo vai além da mera comunicação de fatos, envolvendo também o papel crucial de despertar consciência e compaixão.

É importante notar que, embora os jornalistas sejam treinados para manter uma postura neutra, momentos como o vivido por Poliana são inevitáveis e, de certa forma, bem-vindos. Eles quebram a barreira do distanciamento profissional e mostram ao público que os jornalistas também são seres humanos que sentem e que se importam.

A reação do público e a força das redes sociais

Após o incidente, um grande número de pessoas manifestou seu apoio à jornalista, ressaltando que suas lágrimas transmitiram a total profundidade da história da família. Muitos mencionaram o quanto o momento de vulnerabilidade aumentou a autenticidade do programa e garantiu um maior engajamento com a matéria.

As redes sociais são um termômetro instantâneo da opinião pública, e a resposta calorosa que Poliana Abritta recebeu ilustra como o público aprecia e valoriza a sinceridade e a humanidade dos jornalistas. Este apoio perceptível mostra que, além da busca por informações, há uma sede por verdadeiras conexões emocionais e por histórias que ressoam profundamente com as experiências individuais dos espectadores.

Em suma, o episódio protagonizado por Poliana Abritta no 'Fantástico' é um bom exemplo de como a autenticidade e a emoção podem reforçar a forma como o jornalismo é percebido e consumido. Na era da informação rápida e, por vezes, superficial, momentos como este destacam a relevância de uma abordagem mais humana e compassiva, que não só informa, mas também toca o coração.

10 Comentários

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    Daniela Pinto

    agosto 13, 2024 AT 08:39

    Essa cena foi um choque de realidade. O jornalismo tá tão mecânico hoje em dia que ver alguém se emocionar de verdade, sem filtro, é quase um ato revolucionário. A gente esquece que por trás das câmeras tem gente que carrega o peso das histórias que conta. Poliana não quebrou a profissionalidade - ela a humanizou.

    Quando você é mãe e vê uma família sofrendo com uma doença terminal, é impossível não se identificar. Ela não estava fazendo show, estava vivendo. E isso é raro. Muito raro.

    Se o público reagiu com tanto carinho, é porque todo mundo sentiu isso na pele. Ninguém quer mais notícias frias. Queremos conexão. E ela deu isso.

    Esse momento vai virar referência em escolas de jornalismo. Não por ser perfeito, mas por ser autêntico. E autenticidade é o que mais falta hoje.

    Parabéns, Poliana. Você fez o que todo profissional deveria fazer: se importar de verdade.

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    André Romano Renon Delcielo

    agosto 14, 2024 AT 14:46

    HAHAHA, tá vendo isso? A jornalista chorou e o povo tá fazendo estátua de ouro. Cadê o jornalismo objetivo? Cadê o profissionalismo? Isso aqui é TV, não terapia de grupo.

    Se ela não consegue segurar as lágrimas num reportagem, talvez fosse melhor ela virar apresentadora de reality show. Ou melhor ainda: se aposentar. Porque isso aqui é notícias, não peça de teatro emocional.

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    Rafael Oliveira

    agosto 16, 2024 AT 02:53

    Essa é a essência do ser humano: não se esconder atrás de uma máscara de neutralidade. O jornalismo, na sua forma mais pura, é um ato de testemunho. E testemunhar exige presença. Presença exige vulnerabilidade.

    Poliana não perdeu a objetividade - ela a transcendeu. Ela não contou uma história. Ela a carregou. E nesse carregar, ela nos lembrou que a dor alheia não é um dado estatístico. É um grito. Um grito que ecoa em todos nós.

    Na era da desumanização digital, onde até os sentimentos são monetizados, esse momento foi um raio de luz. Não foi fraqueza. Foi coragem. Coragem de sentir sem medo de ser julgado.

    Se o jornalismo quer voltar a ser relevante, ele precisa parar de ser um robô e voltar a ser um ser humano. E Poliana, sem querer, fez isso por todos nós.

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    Fernanda Souza

    agosto 16, 2024 AT 14:32

    André, você tá falando sério? Você acha que chorar por uma família que sofre é fraqueza? Que tal você tentar viver 24h na pele de alguém que perdeu um filho pra doença e ver se você consegue manter a cara de pedra?

    Poliana é um exemplo. Ela não escondeu o que sentia. Ela mostrou que jornalismo não é só ler o roteiro. É se colocar no lugar do outro. E isso é poderoso.

    Se você acha que emoção é inimiga da verdade, então você nunca entendeu o que é jornalismo. Ela não quebrou o jornalismo. Ela o salvou.

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    Miguel Sousa

    agosto 18, 2024 AT 11:52

    gente q chora na tv é fraca kkkk. globo ta tentando virar canal de telenovela. jornalismo é fato, n é drama. se ela n aguenta, q vaja outro. pq o publico n ta aí pra ver drama, ta aí pra saber o q ta rolando. isso aqui é noticia, n reality show.

    brasil ta virando pais de chorão. tudo vira drama. eu quero informaçao, n lágrimas.

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    Adílio Marques de Mesquita

    agosto 18, 2024 AT 21:02

    Este episódio transcende o mero ato jornalístico e se insere na esfera da fenomenologia da empatia. A jornalista, ao permitir-se ser atravessada pela dor alheia, operou uma ruptura epistemológica no paradigma da objetividade hegemônica.

    Na tradição do jornalismo anglo-saxão, a neutralidade é um ideal técnico. Mas aqui, no contexto latino, a afetividade é constitutiva da narrativa. Poliana não falhou - ela cumpriu o papel mais profundo do comunicador: ser o corpo que carrega a memória coletiva.

    Essa é a diferença entre informar e significar. Ela significou. E nisso, tornou-se um símbolo da resistência cultural contra a desumanização mediática.

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    Beatriz Carpentieri

    agosto 18, 2024 AT 21:52

    meu deus, eu tava assistindo e quase comecei a chorar também 😭 essa mulher é pura alma. não tem como ver isso e n se emocionar. ela n foi fraca, ela foi verdadeira. e isso é raro demais hoje em dia.

    o jornalismo precisa de mais pessoas assim. não de robôs lendo teleprompter, mas de gente que sente, que se importa, que não esconde o coração. parabéns, poliana! você é inspiração!

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    NATHALIA DARZE

    agosto 20, 2024 AT 06:19

    Emoção em jornalismo não é problema. É indicador de engajamento ético. A neutralidade absoluta é um mito. O que importa é a integridade da informação, não a ausência de sentimento.

    Poliana manteve a precisão da reportagem. Só permitiu que o impacto humano se manifestasse. Isso é profissionalismo, não fraqueza.

    Se o público se identificou, é porque a história era verdadeira - e ela foi contada com verdade.

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    Alvaro Machado Machado

    agosto 21, 2024 AT 17:06

    Eu vi isso e senti como se tivesse sido abraçado. Não é todo dia que a gente vê alguém se permitir ser humano na frente de milhões. Poliana não estava fazendo teatro. Ela estava mostrando o que todos nós sentimos, mas não ousamos expressar.

    Isso aqui não é sobre jornalismo. É sobre conexão. É sobre lembrar que por trás de cada notícia tem uma vida, um coração, uma dor.

    Quem criticou ela não entendeu nada. Quem chorou com ela entendeu tudo.

    Se mais gente fosse assim, o mundo seria menos cruel.

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    Wallter M.souza

    agosto 22, 2024 AT 02:39

    PODE COMEMORAR, GENTE!!! 🎉 Poliana mostrou que o jornalismo pode ser forte, poderoso, e ainda assim, cheio de coração!!! 💖 E isso não é fraqueza - é CORAGEM!!!

    Quem disse que profissionalismo é frio? Quem disse que você tem que ser uma máquina? NÃO É VERDADE!!!

    Quem se importa? Quem sente? Quem chora? Quem se coloca no lugar do outro? ISSO É O QUE FAZ O JORNALISMO SER GRANDE!!!

    Poliana, você é um exemplo. Você é inspiração. Você é a mudança que a gente precisa. E o povo amou, porque o povo sente, e o povo quer verdade, e o povo quer amor!!!

    CONTINUA ASSIM, NÃO MUDA NADA!!! 💪❤️🔥

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