Fortaleza busca reação com estreante Renato Paiva, mas Bahia mantém consistência
O duelo entre Fortaleza e Bahia pela 15ª rodada do Brasileirão chamou atenção antes mesmo da bola rolar. Isso porque, enquanto o Bahia entrou em campo embalado e com uma escalação bem definida pelo técnico Rogério Ceni, o Fortaleza iniciou uma nova fase sob o comando do português Renato Paiva, que fez sua estreia na equipe tentando organizar a casa e afastar o time do perigo do rebaixamento.
Mesmo sem as escalações detalhadas oficialmente divulgadas antes do jogo, a análise das escolhas dos treinadores foi clara. Rogério Ceni preferiu não inventar: repetiu a formação titular que venceu o próprio Fortaleza semanas antes, pela Copa do Nordeste. A base manteve nomes como Everaldo no ataque e Cauly responsável pela armação, além do trio defensivo que vinha garantindo firmeza lá atrás.
Do outro lado, Paiva optou por observar o elenco antes de fazer mudanças radicais. O português apostou na linha defensiva tradicional, tentando fortalecer o setor que vinha dando dor de cabeça ao torcedor. O Fortaleza até esboçou melhora: saiu na frente no placar, mostrava intensidade e buscava jogar no campo de ataque, resultado de cobranças por mais agressividade feitas pelo novo chefe. Mas a instabilidade apareceu de novo, e o Bahia empatou com certa naturalidade ainda durante a partida.
Jogo tenso no Castelão: empate com gosto diferente para cada lado
O empate por 1 a 1 no Castelão teve sabores bem distintos. O Fortaleza, apesar de mostrar mais organização em campo, segue acumulando pontos de alerta: a equipe continua rondando a temida zona de rebaixamento. A chegada de Renato Paiva trouxe uma atmosfera de recomeço, mas o time ainda sente dificuldade para manter o resultado até o apito final.
No Bahia, o clima é outro: o empate fora de casa mantém a equipe próxima do topo da tabela. Rogério Ceni apostou na regularidade, e até a repetição das peças no onze inicial mostra o quanto ele confia no grupo. A consistência tática e a postura de não abrir mão do ataque mesmo jogando longe da Fonte Nova viraram marcas registradas do trabalho de Ceni, que busca consolidar o tricolor entre os favoritos do campeonato.
- O Fortaleza abriu o placar e foi mais agressivo no primeiro tempo;
- O Bahia, apostando na posse e nos contra-ataques, chegou ao empate e controlou o nervosismo;
- Renato Paiva fez poucas alterações, preferindo observar atentamente os principais erros e acertos do seu novo elenco;
- O Bahia se firma no G4, enquanto o Fortaleza segue olhando para a parte de baixo da tabela.
No cenário do Brasileirão, cada ponto faz diferença. O Brasileirão ainda promete muita disputa e surpresas, tanto para quem briga no topo quanto para quem luta para se salvar.
André Romano Renon Delcielo
julho 21, 2025 AT 21:54Quem tá no topo tá com medo de perder, quem tá no fundo tá com medo de não melhorar.
Renato Paiva tá tentando ser o salvador, mas o time ainda parece um cachorro sem dono olhando pro lixo.
Rafael Oliveira
julho 22, 2025 AT 08:40É uma lição de filosofia prática.
Ceni não inventa, ele cultiva.
Paiva quer plantar uma árvore em um terreno baldio e já quer frutos no primeiro mês.
Fernanda Souza
julho 23, 2025 AT 15:05Paiva tá montando um time, não um time de emergência.
Se o torcedor tiver paciência, isso vai dar certo.
Na minha opinião, o time tá jogando com mais coração do que nos últimos dois anos.
Miguel Sousa
julho 25, 2025 AT 06:51Paiva é um português que acha que tá no Camp Nou, mas tá no Castelão com 30% de público e 70% de crise.
Ceni? Ele é o único que sabe o que tá fazendo.
Fortaleza tá no z4 por mérito, não por azar.
Se não fosse o Ceni, o Bahia tava rebaixado já.
Adílio Marques de Mesquita
julho 27, 2025 AT 05:00Enquanto o tricolor opera sob um paradigma de estabilidade ontológica, o cearense ainda se encontra em um estado de transição hermenêutica.
As lacunas estruturais no setor defensivo são sintomas de uma crise de identidade organizacional, não meramente técnica.
Beatriz Carpentieri
julho 27, 2025 AT 23:45Eu sei que tá difícil, mas tá melhorando, tá!
Paiva tá ensinando a jogar com cabeça, não só com perna!
Se a gente continuar acreditando, o time vai virar o jogo!
Eu tô aqui, torcendo mesmo quando perde!
TEMOS QUE ACREDITAR, GENTE, TEMOS QUE ACREDITAR!!!
NATHALIA DARZE
julho 28, 2025 AT 00:23Resultado justo.
Paiva precisa de mais tempo.
Ceni merece o crédito pelo trabalho.
Nada mais a dizer.
Alvaro Machado Machado
julho 29, 2025 AT 07:51Sei que tá no z4, mas vi o time jogando com mais vontade.
E o Bahia, claro, é bom, mas não é perfeito.
Todo mundo merece uma chance.
Se o Fortaleza continuar nesse caminho, vai melhorar.
Eu acredito nisso.
É só questão de tempo.
Wallter M.souza
julho 29, 2025 AT 15:37EU JÁ VI TUDO, MAS ISSO AQUI É DIFERENTE!!!
QUANDO O FORTALEZA ABRIU O PLACAR, EU CHORI!!!
ISSO É TRANSFORMAÇÃO!!!
SE VOCÊ NÃO ESTÁ APOIANDO AGORA, VOCÊ NÃO É TORCEDOR!!!
TEMOS QUE DAR ESPAÇO, TEMOS QUE DAR TEMPO, TEMOS QUE DAR AMOR!!!
PAIVA É O FUTURO, E O FUTURO É AGORA!!!
Fabricio Sagripanti
julho 30, 2025 AT 09:31Uma obra-prima da desilusão...
Paiva, com sua visão visionária, foi traído pela mediocridade do elenco...
Enquanto Ceni, o eterno maestro, conduz seu exército com a frieza de um general romano...
Eu chorei...
Não pelo gol...
Porque o futebol, hoje, é um espelho da alma brasileira:
Alguém tenta mudar...
Alguém se agarra ao passado...
E o povo?
O povo fica entre a esperança e o desespero...
Isso... isso é o nosso Brasil.